
Este é um projeto elaborado pelo Prof. Marcos Toledo e a Turma de Aprendizagem em Assistente de Serviços Administrativos - Turma 603/2011 do Senac/Al. Nosso objetivo é apresentar a realidade do Estado de Alagoas e apontar soluções que ajudem a sanar os problemas existentes. Neste Blog abordaremos questões como Educação, Segurança, Miséria, Saúde e Agricultura Familiar.
ALAGOAS VIVE
ALAGOAS VIVE
quinta-feira, 20 de outubro de 2011
sexta-feira, 9 de setembro de 2011
Abuso sexual - Quebrando o Silêncio
Julgamos muito importantes estas informações, por este motivo estamos replicando-as na íntegra.
Por Eliene Percília
Equipe Brasil Escola
"É definido, pela Organização Mundial da Saúde, como a ocorrência de práticas sexuais entre um indivíduo maior de 16 anos com uma criança na pré-puberdade. A psicanálise encara a pedofilia como uma perversão sexual.
Não é uma doença, mas sim uma parafilia, um distúrbio psíquico que se caracteriza pela obsessão por práticas sexuais não aceitas pela sociedade, como o exibicionismo e o sadomasoquismo. Muitas vezes o pedófilo apresenta uma sexualidade pouco desenvolvida e teme a resistência de um parceiro em iguais condições. Sexualmente inibido, escolhe como parceiro uma pessoa vulnerável.
Em aproximadamente 25% dos casos, o pedófilo foi uma criança molestada. O erotismo infantil está ligado à trajetória da humanidade. Em aproximadamente 450 culturas tradicionais, a idade perfeita para contrair matrimônio está entre 12 e 15 anos. Fisiologicamente, quanto mais jovem for a mulher, maiores são as chances de ocorrer uma fecundação bem sucedida.
Segundo psicólogos especialistas em agressão infantil de Michigan, nos Estados Unidos, cerca de 80% dos casos de abuso sexual de crianças acontecem na intimidade do lar: pais, padrastos e tios são os principais agressores.
O abuso sexual de menores gera danos na estrutura e nas funções do cérebro da criança molestada, incluindo aquelas que desempenham papel importante na memória e nas emoções. A internet é o maior veículo de propaganda de erotismo infantil nos dias atuais. Nos Estados Unidos a produção e a comercialização da pornografia infantil são proibidas desde 1970.
No Brasil, o Estatuto da Criança e do Adolescente, em seu artigo 241, estabelece a pena de detenção de um a quatro anos e multa para quem “fotografar ou publicar cena de sexo explícito ou pornografia envolvendo criança e adolescente”.
Por Eliene Percília
Equipe Brasil Escola
quinta-feira, 8 de setembro de 2011
Exploração Sexual Infanto-juvenil
Este assunto é gravíssimo, porém pouco reconhecido e divulgado para as pessoas, são poucas propagandas para alertar essas pessoas que estão sofrendo de abuso e exploração sexual, pra se ter idéia apenas 400 casos foram denunciados nesse ano de 2011, entre milhares e milhares, poucas pessoas tiveram coragem de denunciar, pois estudos revelam que as pessoas que sofrem de abuso não denunciam por medo e sob ameaças se calam.
Em uma entrevista com algumas crianças e adolescentes alguns relataram que praticavam tais ações, para se obter comida, alguns para sustentar vícios tais como Crack entre outros entorpecentes, então como já foi falado é totalmente inadmissível uma criança que deveria estar na escola, estudando, aprendendo, está sendo obrigada a se prostituir para sobreviver. A capital Alagoana e a cidade de Arapiraca lideram os números de denúncias, isso sem contar com os que continuam em sigilo tanto das vitimas quanto dos exploradores que com certeza não serão punidos enquanto a sociedade não agir, pois não adianta apenas se indignar com o assunto e sim abraçar a causa de tal maneira que venha a ajudar as pessoas que estão sofrendo com a exploração, quanto as que poderão ainda sofrer com ela. Devemos ajudar de maneira que venha a prevenir, e um dos primeiros passos é a denúncia, pois muitas vezes isso não é um fato que ocorre na rua, mais sim nas maiorias das vezes começa em casa, e estando alerta para esta questão podemos prevenir tanto pessoas conhecidas, como ao próximo que também é um ser humano, e que deve ser enxergado no mundo.
Referências
http://www.adalagoas.com.br/noticias/?vCod=1303&idioma=pt
http://www.alagoasdiario.com.br/index.php/diario_nacional/7815.html
Publicado pela Equipe Guerreiros de Jah - Kelly Barros
Publicado pela Equipe Guerreiros de Jah - Kelly Barros
Alagoas Vive Caos na Saúde
Depois de algumas pesquisas vemos que a maioria dos municípios tem problemas com relação á saúde. O município de Belo Monte, a 230 quilômetros da capital Maceió foi o que mais se destacou. Alguns moradores relatam que no caso de uma emergência não terão um pronto atendimento por falta de médicos e pronto socorro. Outros moradores informam que os medicamentos não chegam até eles, que a água que eles bebem não é tratada, não tem esgoto encanado. Esse município destaca-se também por alto índice de mortalidade infantil por que as gestantes em trabalho de parto demoram muito até chegar à capital Maceió, pela falta de condições para essas crianças recém-nascidas, falta de higiene, falta de vacinação entre outros problemas.
Uma breve reflexão: Existe tanta tecnologia no mundo; se importam tanto na modernização que deixam para trás o mínimo necessário para a sobrevivência. Há pessoas completamente esquecidas no mundo.
quarta-feira, 31 de agosto de 2011
São José da Tapera
Município com o maior índice de miséria em Alagoas
Alagoas enfrenta sérios problemas sócio-econômicos. Sete dos dez municípios brasileiros mais pobres situam-se em Alagoas - inclusive o mais miserável de todos, São José de Tapera, no sertão. Lá, a taxa de crianças mortas antes de completar um ano de vida é das mais altas do Brasil: 71,94 por mil, e o índice de analfabetismo, de 36,28%, também é o maior do país. No estado, a porcentagem de analfabetos é a mais alta do país, abrangendo 34% das pessoas acima de 15 anos. Esse perfil pode ser comprovado no eleitorado alagoano: 78% dos eleitores tem, no máximo, o 1° grau incompleto, e um terço desse universo é de analfabetos (26% do total de eleitores). A mortalidade infantil é a mais alta do Brasil: 66,13 crianças em mil, morrem antes de completar um ano de vida. A taxa nacional, alta para os padrões internacionais, é de 35 por grupo de mil crianças.
Muitas famílias são castigadas com uma das piores secas das ultimas décadas. Essa situação tem sido constante nos últimos anos no município de São José da Tapera.
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Maria Aparecida e os filhos desnutridos |
No ano passado, a Organização das Nações Unidas divulgou o ranking do Índice de Desenvolvimento Humano, o IDH, de quase cinco mil municípios do país. São José da Tapera aparece em último lugar, com uma taxa de mortalidade infantil de 147,94 mortes por 1000 nascidos. Para se ter uma idéia do que é isso, Angola, país há quase 25 anos em guerra civil, coberto por nove milhões de minas terrestres e que foi recentemente considerado pela ONU o pior lugar para uma criança viver em todo o mundo, apresenta uma taxa de 170 para mil.
Quem visita o centro urbano de São José da Tapera não imagina que essa é uma das cidades mais pobres do Brasil. Banco, farmácias, mercados, feira livre. Uma bela praça, parque infantil, lanchonete. Porém, lá vivem menos de 20% dos quase 30 mil moradores. O resto está espalhado em aproximadamente 60 povoados, neste que é o segundo maior município do estado. A família Bezerra mora em um desses vilarejos, Furnas. Na verdade, um amontoado de pequenos sítios onde dezenas de casas de taipa e madeira salpicam a paisagem, habitadas por alguns barbeiros e muitas pessoas.
Educação Em Alagoas
A situação da educação em Alagoas encontra-se em estado caótico, as escolas estão sem infra-estrutura, professores e qualquer condição para que haja aula de forma digna. Mas como resolver esse grande problema em nossa sociedade que até hoje não foi resolvido?
Hoje em dia, os alunos alagoanos vão às escolas publicas com um sentimento que não poderia jamais existir, o sentimento de descaso, pois não há mobilização alguma dos políticos que são responsáveis pela manutenção e oferta dos direitos a educação que está presente no ECA (Estatuto da criança e adolescente).
As crianças e adolescentes se vêem sem ter o que fazer, sem expectativa de uma vida melhor, a falta de ocupação leva estas crianças a marginalidade que é crescente a cada dia não só em Alagoas mas no Brasil.
Entra eleição e sai eleição, os políticos são eleitos e esse problema não é resolvido, nos deparamos todos os dias com os casos de corrupção, que deixam cada vez mais longe o sonho dessas pessoas em construir um futuro digno.
É necessário observar quem elegemos para nos representar, pois, eles são quem pode mudar essa triste realidade, não só na educação, também na saúde pública, segurança e outros problemas que convivemos diariamente. A economia brasileira esta em uma ótima fase, e hoje, podemos dizer que há capital suficiente para ser aplicado para que seja possível resolver estes problemas.
Um dos problemas do ensino em Alagoas, é a falta de educação básica na própria vida pessoal das crianças, pois seus pais não tem nenhum conhecimento sobre as coisas que acontecem no dia-a-dia e conseqüentemente elas acabam crescendo sem um senso critico.E isso acaba sendo refletindo dentro da sala de aula, como falta de interesse nos estudos, não se preocupando com as questões morais e sociais do seu estado.
Isto acaba sendo um grande desafio para os professores também desmotivados por conta das péssimas condições de trabalho, os salários muito inferiores ao que realmente eles deveriam ganhar... e por conta desses fatores acabam não transmitindo seus conhecimentos da forma que deveriam, prejudicando sem sombra de duvidas essas crianças humildes que deveriam ser REEDUCADAS por eles.
Algumas Soluções para a Educação em Alagoas
“Uma nova forma de ver a educação está sendo construída, a partir do engajamento dos funcionários da educação em busca do mesmo objetivo, que é o de melhorar o ensino publico do estado” afirma o consultor do ministério, Laudo Bernardes.
Segundo os trabalhos realizados pelo Ministério da Educação em conjunto com a Secretária de Educação do Estado, foram desenvolvidas 200 técnicas que se realizadas corretamente farão com que o a Educação do estado saia do Caos em que se encontra. Ainda segundo Laudo Bernardes o grande problema da não realização das atividades básicas das escolas em Alagoas, são por conta dos próprios funcionários da educação, que agora estão descobrindo que trabalhar em conjunto é muito mais “Eficaz”.
É estanho imaginar que todos estes problemas na educação de Alagoas só se devem pelo “Não trabalho em equipe” dos funcionários da secretária do Estado, chega a soar meio Irônico!
Uma mudança requer um trabalho que não fique somente no papel e caneta, é preciso projetos realmente viáveis, pois alguns políticos desenvolvem projetos visivelmente impossíveis e por isso nunca tomam nenhuma providência. Para melhorar a educação não só em nosso estado, mas em todo País, é preciso um empenho de todos, pois não será fácil mudar está situação caótica em que a educação se encontra, deverá ter também um comprometimento verdadeiro dos políticos e responsáveis, a população como um todo deverá apoiar e cobrar de seus governantes as devidas providências, pois população será a principal beneficiada com a melhoria na educação..
Caso contrário, afundaremos cada vez mais nesta educação sem “pé nem cabeça” em que somos obrigados a “estudar” , pois á grande diferença entre as escolas públicas e as particulares, o que não deveria ter, as escolas públicas deveriam ser MELHORES que as partículas, ou melhor, não deveriam nem ter escolas particulares, pois é obrigação do Estado em dar educação de qualidade para a população.
Um vídeo interessante
Segurança- Problemas e Soluções
Já faz bem mais de 20 anos que estudiosos de diversas tendências concluíram que o modelo de organização das polícias estaduais no Brasil está esgotado. O país continua sendo o único do mundo em que duas corporações dividem a apuração de um mesmo crime. A Polícia Militar faz o atendimento inicial das chamadas, é treinada para o combate e fica responsável por eventuais flagrantes. A Polícia Civil começa seu trabalho quando termina a atuação militar, conduz as investigações e elabora os inquéritos. Além dos prejuízos decorrentes de uma comunicação imperfeita entre as corporações, essa divisão de tarefas gera rivalidade, hostilidade, disputa de verbas e prestígio. O atestado mais eloquente da falência do modelo são os frequentes conflitos em que policiais militares e civis trocam tiros, já ocorridos em vários Estados.
Uma das soluções que nós consideramos foi tentar reunir as duas instituições, mas não cabe apenas a policia tratar sobre isso, mas também ao governo. O governo tem que escolher melhor quem vai colocar na liderança da segurança, pois é um cargo que não se pode colocar qualquer pessoa, tem de ser uma pessoa de bom caráter, experiência em lidar com situações difíceis e ter transparência em seus atos. Outra parte cabe a população na hora de eleger políticos capazes de cumprir com a responsabilidade que ali foi investida nesta pessoa, devemos escolher com mais cautela e com mais responsabilidade na hora de votar. Capacitando nossos policiais. É patético saber que em pleno século XXI, os PMS não se comunicarem com a Central da PM ou com as viaturas de sua área de policiamento, por não ter um rádio. Orçamentos caríssimos são feitos, mas não se vê em uso. O governo tem milhões e milhões para suprir as necessidades de segurança e nem se quer existem viaturas em certos interiores e as que existem muitas vezes não têm condições de fazer rondas nem atender a população quando é acionada. Equipamentos novos, escalas de trabalho dignas e melhoramento dos salários, os ganhos específicos serão visíveis a curtos e médios prazos. “Há programas no Ministério da Justiça para equacionar isso, gratificando melhor o servidor, porém disse que “o Governo tem responsabilidade com o futuro e não pode dar um reajuste que não poderá pagar. Problemas todos têm, o difícil é ter a capacidade de resolvê-los, e nós temos tal capacidade. “Vamos superá-los”.
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